Ricardo Viveiros é jornalista e escritor com passagem por importantes diários, revistas, emissoras de rádio e de televisão, atuando no Brasil e no Exterior. Foi repórter, editor, diretor de redação, âncora, comentarista político e econômico, articulista e correspondente em quatro guerras civis.
Recebeu a medalha da Organização das Nações Unidas (ONU) por um conjunto de matérias sobre “Direitos Humanos”, no Ano Internacional da Paz (1986), e ganhou duas vezes o “Prêmio Esso de Jornalismo” por trabalhos em equipe, além de dezenas de outras láureas concedidas por instituições públicas e privadas brasileiras. É palestrante convidado por diversas universidades, em todo o Brasil e no Exterior.
Em 1968, por combater a ditadura que se instaurou no país após o Golpe Militar de 1964, foi preso, torturado e seguiu para o exílio na América do Norte (México), África (Argélia), Europa (França) e América do Sul (Chile e Argentina), onde sobreviveu atuando como jornalista e escritor. Professor universitário no eixo Rio de Janeiro-São Paulo, é também conferencista, publicitário (foi membro da primeira Câmara de Ética do Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária (CONAR), diretor da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e diretor-executivo da Central de Outdoor, homem de marketing, atuante ambientalista e colaborador voluntário em várias ONGs.
Ainda bem jovem, formou-se ator na Escola de Artes Cênicas da Federação das Escolas Federais Isoladas do Estado da Guanabara (FEFIEG), no Rio de Janeiro. Atuou em teatro, cinema e televisão (com participações em telenovelas das redes Tupi e Globo). Foi premiado em teatro profissional. Nos anos 60, atuou como roteirista e diretor de vários documentários sobre personalidades brasileiras que alcançaram muito êxito e receberam prêmios (inclusive em festivais de cinema no Exterior). Dentre os focados na série, estavam Carlos Drummond de Andrade, Burle Marx, Garrincha, Luís Carlos Prestes, Di Cavalcanti e Darcy Ribeiro. Foi um dos fundadores e secretário-geral, em São Paulo, do Clube do Choro, entidade que, na década de 70, resgatou a importância desse gênero da música popular brasileira.
No início dos anos 80, como diretor-executivo da Central de Outdoor, promoveu significativos eventos culturais, educacionais, beneficentes, cívicos e de utilidade pública na cidade de São Paulo. Dentre muitos, destaca-se o projeto “Arte na Rua” (nacional e internacional), com a participação dos mais importantes nomes da pintura contemporânea. Ainda naquela mesma época, com o artista plástico Aldir Mendes de Souza, foi co-autor da obra “Corpoema”, que ficou exposta no tapume que cercou o Museu do Louvre, em Paris (França), durante a construção da pirâmide de vidro.
Em 1986, Ricardo Viveiros foi uma das personalidades públicas que liderou, no Brasil, o projeto “Um Milhão de Minutos de Paz” e, em 1989, foi um dos embaixadores do projeto “Cooperação Global Para um Mundo Melhor” — ambos de amplitude internacional, promovidos pela Brahma Kumaris University (com sede na Índia), em conjunto com a Organização das Nações Unidas (ONU). Viveiros esteve lado a lado, nestes projetos pela paz mundial, com o beatle Paul McCartney; Sua Santidade Dalai Lama; o diretor de cinema Ettore Scola; o escritor Sidney Sheldon; os atores Jack Lemon, Kirk Douglas, Débora Kerr, Ben Kingsley e Dudley Moore; o músico instrumentista Yehudi Menuhin; o ex-primeiro ministro britânico James Callaghan; e os prêmios Nobel da Paz Linus Pauling, Adolfo Perez Esquivel e Desmond Tutu.
Foi dirigente esportivo do São Paulo F.C. (comandou o Marketing, a Comunicação e o Futebol, em diferentes épocas), coordenador executivo da primeira visita de Sua Santidade Papa João Paulo II a São Paulo (1980), membro do Conselho de Defesa da Paz (Condepaz) e diretor do Museu Histórico de Fundação da Cidade de São Paulo (Pátio do Colégio). Foi consultor na área de Comunicação Social na Área Pública da respeitada Fundação Prefeito Faria Lima (Universidade de São Paulo - USP) e professor de Comunicação na pioneira Escola de Serviço Público do Estado do Rio de Janeiro (ESPRJ).
Em 1994, quando o Brasil foi escolhido como país-tema da respeitada Feira Internacional do Livro de Frankfurt, na Alemanha, Ricardo Viveiros foi o jornalista responsável pela Assessoria de Imprensa do Pavilhão Brasileiro no importante evento.
Em seus 40 anos de carreira, comemorados em 2006, entrevistou mais de uma centena de líderes políticos, empresariais, religiosos e, também, personalidades da cultura e do esporte, no Brasil e em várias partes do mundo. É ghost writer e autor de perfis para dezenas de personalidades brasileiras. Alguns de seus trabalhos mais conhecidos (artigos, crônicas, contos e poemas) estão incluídos em antologias e livros didáticos editados no Brasil e em outros países.
Prefaciou inúmeros livros e foi patrono/paraninfo de diversas turmas de formandos em Comunicação, em universidades de todo o Brasil. Com expertise em artes plásticas, é autor de inspirada série de textos sobre os principais pintores brasileiros publicada, há 13 anos consecutivos, pela Revista Abigraf (importante veículo do setor de artes gráficas). Da série, foi lançado em 2007, o livro “Da Arte do Brasil”, edição bilíngüe (português – inglês), com prefácio do respeitado crítico Jacob Klintowitz. A obra já está em segunda edição.
Fundou e dirige, desde 1987, a Ricardo Viveiros & Associados - Oficina de Comunicação, uma das maiores empresas no ranking brasileiro do setor de assessoria de imprensa, detentora de importantes prêmios técnicos e uma das poucas de capital 100% brasileiro. A agência tem cerca de 50 funcionários e uma carteira de clientes que reúne representativa parcela empresarial do setor produtivo brasileiro. Sua empresa é parceira de respeitadas instituições (públicas e privadas) de ensino, na criação e realização de cursos específicos de especialização em Jornalismo Institucional.
É professor da Universidade Anhembi-Morumbi (Laureate International Universities), em São Paulo, nos cursos de pós-graduação de Comunicação Corporativa. É membro do Comitê Técnico de Comunicação Corporativa da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP). É membro do Conselho Consultivo do Centro São Paulo Design (CSPD) e do Conselho Superior da Associação Brasileira de Comunicação Corporativa (Aberje).
Autor de 15 livros, poeta em cinco deles, com destaque para “Tempo de Amor e Guerra” (6ª edição) e “Doces Beijos Amargos” (3ª edição), que mereceu inspirado prefácio do líder pacifista Dom Paulo Evaristo Arns, o carioca Ricardo Viveiros tem, ultimamente, se dedicado ao ofício de historiador e biógrafo. Depois de escrever e publicar a história dos 30 anos de Alphaville ele, que conheceu todos os continentes em coberturas jornalísticas que superam uma centena de países, escreveu também as histórias dos municípios paulistas de Vinhedo (“O Principado dos Paisanos”, em 3ª edição) e de Santana de Parnaíba (“A Vila que Descobriu o Brasil”).
Ricardo Viveiros é membro do Conselho Editorial das revistas Abigraf e Vencer, esta última com tiragem mensal (auditada) de 120 mil exemplares, apenas com venda em bancas. Ao lado de outros profissionais de importância nacional, também integra o quadro de colaboradores fixos da Revista da Indústria (editada pela FIESP).
Em maio de 2006, projeto de Lei do vereador Roberto Tripoli, aprovado por unanimidade na Câmara Municipal de São Paulo, concede a Ricardo Viveiros o título de “Cidadão Paulistano”. Nos anos de 2005 e 2006, a New Dance Academy, da Alemanha, faz turnê nacional com o espetáculo “Moviements”. A apresentação mescla música, dança e texto, baseada em poemas de Ricardo Viveiros extraídos do livro “Doces Beijos Amargos”, traduzido para o alemão pelo músico Dirceu Braz.
Ricardo Viveiros foi o presidente da Comissão Organizadora do 34º Salão Internacional de Humor de Piracicaba, edição que bateu todos os recordes na história deste que é o maior evento no gênero em todo o mundo. Integra, ainda, o Conselho Técnico do Salão.
Ricardo Viveiros é membro do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo, da Federação Nacional dos Jornalistas Profissionais (Brasília, DF) e da Federação Internacional dos Jornalistas (Bruxelas, Bélgica). Em 2006 tornou-se conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).